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Sauces  selon Marie Antoine Carême  et Jules Gouffé

Sauces selon Marie Antoine Carême et Jules Gouffé

Desde o século XIX, a cozinha francesa deve sua fama mundial à arte sutil dos molhos-mãe, verdadeiros pilares da gastronomia. Esses molhos, elaborados pelos grandes chefs da época, servem de base para uma infinidade de criações culinárias refinadas, oferecendo profundidade, equilíbrio e sabor aos pratos.

Os molhos de Marie-Antoine Carême (1833)
Chef emblemático da alta gastronomia, Marie-Antoine Carême codificou os grandes molhos que permaneceriam como referências atemporais:

Grandes molhos (molhos-mãe): Espanhola, Velouté, Alemã, Bechamel.

Pequenos molhos (molhos-filhos): Poivrade, Suprem, Tomate, Holandesa, Maionese.

Cada molho-mãe de Carême abre a porta para uma infinidade de derivados, permitindo transformar facilmente uma carne, peixe ou vegetal em um prato digno dos maiores banquetes.

Os molhos de Jules Gouffé (1867)
Com Jules Gouffé, a paleta de molhos se enriquece ainda mais. Em sua obra, ele detalha 12 molhos-mãe com suas variantes, oferecendo aos chefs novas possibilidades de expressão culinária:

  • Espanhola gordurosa e magra

  • Velouté gorduroso e magro

  • Alemã

  • Bechamel à moda antiga, de frango e magro

  • Poivrade escuro, branco e magro

  • Marinada

Esses molhos constituem um verdadeiro tesouro gastronômico, combinando técnica, sabor e criatividade. Permitem dominar a base da cozinha clássica, ao mesmo tempo em que deixam espaço para a inspiração individual.

Convite culinário: Explore essas receitas históricas, experimente suas combinações e descubra como cada molho, seja-mãe ou filho, pode transformar um prato simples em uma obra-prima de sabores.

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